Vamos ter que esperar um tempo para saber se a violência vai diminuir e se a população vai embarcar na ideia de Bolsonaro.
O decreto assinado hoje causou mais polêmica e provocação de ânimos, durante a campanha presidencial, do que é possível conhecer sobre seu real efeito, agora que assinado.
Num país onde o cidadão que não é bandido costuma viver em casa desarmado e exposto a tudo que sabemos, é razoável a curiosidade sobre como seriam os índices de violência e a qualidade de vida (quesito segurança), se os criminosos tivessem medo de invadir uma casa onde supostamente há um revólver. O que foi assinado hoje serve mais para fazer a população se acostumar com a ideia do porte e posse de armas ainda muito mais acessíveis e facilitados no futuro.
O decreto vai simplificar daqui em diante medidas preventivas e combativas à violência no país?
É essa a resposta mais elaborada e eficiente que o país pode dar a esse problema?
Qual cidadão está sendo privilegiado dado o custo da compra e manutenção de uma arma?
O acesso à arma democratiza a segurança ou a transforma em mais um bem de consumo, separando ainda mais quem tem de quem não tem dinheiro para comprar sua suposta segurança?
O decreto assinado hoje abre caminho para facilitar a aceitação sobre o porte de armas?
O novo Congresso, eleito agorinha mesmo pelos brasileiros, deveria ser ignorado sobre um assunto tão importante?
O Brasil não renovou seus parlamentares para saber como eles decidiriam sobre os assuntos mais importantes como armar a população? Rafael Fais
O decreto assinado hoje causou mais polêmica e provocação de ânimos, durante a campanha presidencial, do que é possível conhecer sobre seu real efeito, agora que assinado.
Num país onde o cidadão que não é bandido costuma viver em casa desarmado e exposto a tudo que sabemos, é razoável a curiosidade sobre como seriam os índices de violência e a qualidade de vida (quesito segurança), se os criminosos tivessem medo de invadir uma casa onde supostamente há um revólver. O que foi assinado hoje serve mais para fazer a população se acostumar com a ideia do porte e posse de armas ainda muito mais acessíveis e facilitados no futuro.
O decreto vai simplificar daqui em diante medidas preventivas e combativas à violência no país?
É essa a resposta mais elaborada e eficiente que o país pode dar a esse problema?
Qual cidadão está sendo privilegiado dado o custo da compra e manutenção de uma arma?
O acesso à arma democratiza a segurança ou a transforma em mais um bem de consumo, separando ainda mais quem tem de quem não tem dinheiro para comprar sua suposta segurança?
O decreto assinado hoje abre caminho para facilitar a aceitação sobre o porte de armas?
O novo Congresso, eleito agorinha mesmo pelos brasileiros, deveria ser ignorado sobre um assunto tão importante?
O Brasil não renovou seus parlamentares para saber como eles decidiriam sobre os assuntos mais importantes como armar a população? Rafael Fais
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